Justa homenagem aos oceanos

Não é por ser o meu creme preferido – é, de facto. Por muita coisa que experimente, a minha pele não reage assim com mais nada. Tenho uma pele muito reactiva, sensível, com tendência a vermelhidões. Aplico-lhe um bocadinho de Creme de La Mer (textura em gel) e sinto-a logo mais elástica, macia e pacificada. E depois há toda aquela história maravilhosa por trás da marca, um enredo que mete cientistas da NASA, explosões em laboratórios, investigações subaquáticas, caldos de algas, métodos científicos originais e, sobretudo, resultados. Quem não gosta, ao escolher uma marca para a acompanhar no seu dia-a-dia, de saber como foi que tudo começou? Eu adoro.

Para mim, o storytelling – a arte de criar uma narrativa para despertar emoções e para captar a atenção – é meio caminho andado para o sucesso. Em quase tudo na vida. As grandes marcas de luxo sabem fazê-lo como ninguém. Muito porque têm um património histórico que o permite. Porque se orgulham das suas origens. E porque sabem o valor que tem uma boa história no acto da compra.

A história da La Mer começa num laboratório de um físico aeroespacial da NASA, o Dr. Max Huber, que teve o azar (ou a sorte, depende da perspectiva) de sofrer, após uma explosão, uma queimadura química no rosto extremamente grave e dolorosa. A partir desse momento, Max Huber dedicou cada minuto livre da sua vida a procurar uma forma de curar ou, pelo menos, minimizar os efeitos desse queimadura. A investigação sobre a regeneração da pele levou-o às profundezas do Oceano Pacífico, onde descobriu as capacidades regeneradoras de um certo tipo de alga marinha, colhida apenas duas vezes ao ano, com a qual produziu um caldo a que chamou Miracle Broth. Doze anos e 30 mil experiências depois – que envolveram até métodos de fermentação menos comuns, como sujeitar os ingredientes a vibrações musicais -, Max Huber chegou à fórmula que ainda hoje, mais de quatro décadas depois, é utilizada no Creme de La Mer.

As algas, ingrediente principal do Miracle Broth do Creme de La Mer.

Com uma ligação tão profunda ao mar, a marca tem feito por lhe devolver o tanto que este lhe tem dado, desde o tempo do Dr. Huber. Por isso, além de fazer questão de desenvolver a sua actividade do universo da cosmética de forma sustentável, são várias as iniciativas em que está envolvida no sentido de preservar os habitats dos oceanos, que considera serem “o coração azul do planeta Terra”, uma força vital para a integridade do planeta e da nossa existência. Além de financiar missões de protecção aos oceanos (desde 2008 já foram doados mais de 2,6 milhões de dólares), como é o caso da missão filantrópica Blue Heart, a La Mer tem uma parceria global com a National Geographic Society, com a qual apoia as novas gerações de exploradores oceanográficos, como é o caso da Dra. Sylvia Earle, a exploradora principal da Sociedade. Uma parceria que está hoje em festa, já que, todos os dias 8 de Junho (desde 1992 e por decreto das Nações Unidas), se celebra o Dia Mundial dos Oceanos.

Esta embalagem de  La Mer de 100ml, com um design com edição limitada, estará disponível este mês. Pela primeira vez, o design do frasco tem a inscrição ‘Blue Heart’, para comunicar o objectivo da marca de apoiar a protecção do coração azul do planeta – o oceano. Preço: 395 euros.
Esta embalagem de La Mer de 100ml, com um design com edição limitada, estará disponível este mês. Pela primeira vez, o design do frasco tem a inscrição ‘Blue Heart’, para comunicar o objectivo da marca de apoiar a protecção do coração azul do planeta – o oceano. Preço: 395 euros.

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