Mudava-me para aqui

Tenho um fraquinho pelo brunch. É aquela refeição que parece ter sido inventada por mim, que adoro acordar tarde e adoro ainda mais trocar as refeições tradicionais por petiscos ao fim-de-semana. Felizmente, Lisboa foi invadida de propostas para estes pequenos-almoços com cara de lanche.

Este domingo, depois de uma manhã de ronha sem a criança por perto, o spot escolhido foi o River Lounge do hotel Myriad, em cima do Tejo (naquele edifício no fim do Parque das Nações, junto à ponte Vasco da Gama, que faz lembrar a vela de um iate). Fui experimentar o novo brunch, assinado pelo chef Frederic Breitenbucher.

Pornografia pura. O brunch acontece aos sábados e domingos, tem um preço de 38 euros por pessoa.
Pornografia pura. O brunch acontece aos sábados e domingos, entre as 12h30 e as 15h30, tem um preço de 38 euros por pessoa (crianças entre os 4 e os 12 anos pagam 15 euros).

Estava uma daquelas manhãs (tardes?) solarengas, luminosas, mas com uma aragem fresca, um convite a ficar cá fora no deck a  namorar o rio. Já teria ficado satisfeita com a vista, o ambiente descontraído, com o meu sumo de fruta natural na mão. Mas acontece que este brunch é rico e variado, o que fez com que tivesse feito vários visitas ao buffet para provar um bocadinho de tudo. Panquecas com molho de chocolate tiradas à descarada do buffet infantil? Check. Taça de fruta laminada? Sushi? Ovos mexidos? Check, check, check. Sobremesas pornográficas, daquelas que fazem corar só de olhar? CHECK! Só não provei os dois ex-libris deste brunch: as ostras e as vieiras (infelizmente sou alérgica às primeiras e as últimas não encontrei por ali).

Passou-se muito bem. Tão bem que me mudava para aquele deck.

 

 

 

 

 

Brunch

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