Só para dizer que descobri a Uber…

…e que nunca mais vou querer outra coisa.

Não tenho nada contra táxis, mas precisava de ir para o aeroporto e já não tinha tempo de ir levantar dinheiro. Já tinha a aplicação Uber activa há meses e ainda não tinha calhado experimentá-la. Como a Uber é paga a crédito, decidi avançar. Nem dez minutos depois tinha um senhor impecavelmente vestido parado à porta de casa, num carro imaculadamente limpo, com ar-condicionado à temperatura certa. Não houve relato de bola aos gritos, condução agressiva, conversa fiada nem cara feia na hora de fazer o troco. Tudo tão civilizado que dei por mim a pensar que temos de estar muito mal acostumados para acharmos extraordinário um serviço que devia, simplesmente, ser a norma. A Uber não é assim tão especial. Os nossos táxis, em geral, é que são maus. E nós achávamos isso normal. Pois já não acho. A Uber mostrou-me que existem viagens sem stress por só termos notas grandes. Sem sentimento de culpa por a distância ser curta. Sem ter de desinfectar as mãos à saída do carro. Sem poluição sonora e olfactiva. E tantas outras coisas. Fiquei cliente.

É carregar num botão e esperar que chegue. Com estimativa do preço e o nome do motorista já definido. Assim que bate a porta do carro no destino, recebe a factura. Melhor é impossível.
É carregar num botão e esperar que chegue. Com estimativa do preço e o nome do motorista já definido. Assim que bate a porta do carro no destino, recebe a factura. Melhor é impossível.

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