Dizem que sou fascinante

Assusta um bocado ler títulos deste género, ainda por cima sobre mim. Talvez tenha a ver com o peso que atribuo à palavra “fascinante”. Para mim, fascinantes são pessoas que fazem coisas extraordinárias. Como o Homem ir ao espaço. Como descobrir a cura para o cancro. Como salvar espécies em vias de extinção. Não me sinto nada fascinante. Sou só uma miúda cheia de sorte, não me canso de dizer. Há pouco um amigo do Facebook dizia que a definição, para ele, tinha a ver com a “energia que uma pessoa transmite”. Se assim é, que essa energia seja contagiante para que um dia eu faça coisas extraordinárias. Dessas mesmo mesmo fascinantes. Fica aqui a entrevista que dei à revista Eles & Elas – foram uns queridos, obrigada por se lembrarem de mim -, onde tive o prazer de recordar os meus avós e alguns dos momentos mais marcantes da minha vida.

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Correcção: a fotografia desta página é do Salvador Colaço. O Pedro Ferreira assina as duas anteriores.

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