Vêm aí os The Cure!

Calma, calma. Vêm, mas ainda falta… tipo… um ano. Pronto, o entusiasmo é quase pueril. Celebrar um concerto dos Cure em Portugal com 12 meses de distância com este entusiasmo quase pueril é admitir que sou antiga. Que os Cure marcaram a minha adolescência. Que faço parte daquele grupo de pessoas que conheceu o ZX Spectrum, o embrião dos computadores; que viu o “Regresso ao Futuro” quando estreou no cinema; que brincou com uma Bota Botilde; que não perdia um episódio do MacGyver; que viu em directo o casamento da Princesa Diana; que penteava o cabelo como os A-ha; que usava chumaços por baixo das t-shirts; e que ainda hoje esconde as fotografias desses tempos com tanto de saudosos como de foleiros. Não há como fugir, é um facto. Como tal, celebro, agora, em êxtase, a chegada dos Cure ao Meo Arena. Serão 12 longos meses de espera…

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