Avillez de presente

Eu não disse que não valia a pena fazer dieta? Estes meses que antecedem o Natal são para esquecer. Não nos podemos virar para o lado sem tropeçar num festival gastronómico, numa semana da trufa, num workshop de rabanadas, em gordices várias que prometem transformar-nos em lontras em pouco menos de nada. Da categoria de lontrinha já não escapo, por isso já decidi: dia 1 de Janeiro, tal como aconteceu há um ano, (re)começo em Paleolítico mode. Até lá, e antes de me enfiar na caverna, estou resignada em aceitar o que a vida tiver para me dar em matéria gastronómica. Se tiver estrelas Michelin, melhor.

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Tenho uma falha na minha caderneta, nesta matéria. Falta-me conhecer a cozinha criativa que o José Avillez pratica no Belcanto. É o cromo que me falta (é evidente que me faltam muitos mais, há chefs extraordinários, em Portugal e no resto do mundo, mas para mim o José Avillez é especial, porque acompanhei o seu percurso quase desde o início e fiquei fã). Ainda não calhou lá ir experimentar aquela reinterpretação da cozinha portuguesa que já lhe valeu duas estrelas. Mas é uma falha fácil de colmatar, por exemplo, se o meu marido me oferecer (para o caso de ele estar a ler e precisar de ideias para o meu presente de Natal) um voucher para lá ir. Há dois vouchers à escolha – para o Belcanto, porque o império Avillez já conta com seis restaurantes e há vários vouchers disponíveis, com diferentes menus, para cada um deles -, o Menu Descobertas, com 14 pratos (que se chamam momentos), por 400 euros; e o Menu Lisboa, “só” com 12 momentos, por 300 euros. Ambos válidos para duas pessoas, que uma experiência destas não foi feita para se viver sozinho. Tem é de ser até ao fim do ano, antes de começar a operação anti-lontra.

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